terça-feira, 6 de abril de 2010

5 dicas importantes para o gerenciamento de projetos

(*) Por Elizabeth Avellan
O que é um projeto? Por que se preocupar se algo é um projeto? Por que não utilizar alguns dos processos de gerenciamento de projetos, por exemplo, análise das partes interessadas ou o uso das cores de semáforo para controlar o seu trabalho? O princípio fundamental é entregar o trabalho usando as ferramentas adequadas:

1. Seja treinado! Pesquisa aponta que apenas 61% das pessoas têm recebido formação em gestão de projetos.

2. Certifique-se que os gestores compraram a ideia e apoiarão o seu projeto. É importante lembrar que você terá que trabalhar duro para influenciar a pessoas acima e conseguir o apoio deles.




3. E em relação ao trabalho diário? Projetos atrapalham as tarefas cotidianas e elas também são obstáculos para os projetos! Então muitas pessoas descobriram que a inserção das tarefas do projeto nos afazeres do dia-a-dia, além de ser mais rigoroso no trabalho relacionado ao projeto, resulta em resultados significativos.

4. Identifique precocemente no ciclo de vida do projeto, a prioridade dos projetos. Inevitavelmente, haverá um choque com outro projeto ou outra tarefa. Use suas habilidades de gerenciamento de projetos para entregar o trabalho e use seus contatos junto à gerência para verificar a verdadeira prioridade do projeto.

5. Descubra como o software de gerenciamento de projetos pode ajudar. Mas você vai precisar desenvolver o processo de negócio, produzir uma definição do projeto juntamente com o planejamento que vai para o software. Muitos gerentes de projeto utilizam planilhas de excel ou gráficos simples para ajudar a entregar o seu projeto.


(*) Elizabeth Avellan - Gerente de Negócios da Business Objects


Faça parte do grupo do maior instituto para Service Desk e suporte do mundo!




Siga o twitter do HDI Brasil e fique sabendo das novidades do mercado de Service Desk e suporte

segunda-feira, 29 de março de 2010

7 passos fundamentais para estabelecer um SLA realmente aplicável

por Naomi Karten
Um Acordo de Nível de Serviço (SLA) é uma excelente ferramenta para ajudar a melhorar a comunicação entre duas partes, gerenciar expectativas, esclarecer as responsabilidades e construir as bases para uma relação ganha-ganha. No entanto, o estabelecimento de um acordo não é um processo simples e rápido como pode parecer. Tendo trabalhado com várias organizações internacionais sobre a criação de SLAs, eu recomendo atenção especial para os seguintes passos:

1. Recolher informação do ambiente
Tanto o cliente como o prestador de serviços precisam começar a coletar informações para que cada um tenha uma base sólida para negociar. Antes de qualquer acerto com o prestador de serviços, o cliente deve elencar cuidadosamente suas necessidades e prioridades. E antes de fazer quaisquer compromissos com os clientes, prestadores de serviços devem examinar seu histórico de serviços e determinar o nível que podem realmente oferecer. Além disso, os prestadores de serviços devem avaliar a satisfação do cliente, de modo a compreender claramente os interesses do mesmo e estabelecer uma base para avaliar a melhoria do serviço.

2. Certifique-se de ter um acordo sobre o acordo
As duas partes de um acordo, muitas vezes têm opiniões diferentes sobre o papel do SLA e o que pode efetivamente realizar. Ambos os pontos de vista podem ser válidos, mas suficientemente diferentes, sendo capazes de causar a interrupção das negociações do SLA. Antes de qualquer trabalho de desenvolvimento do SLA, é aconselhável que as duas partes façam uma discussão aberta para garantir que eles tenham um nível básico de acordo sobre o acordo. Se não o fizerem - e até que o façam - qualquer esforço para acertar o SLA pode se revelar inútil.




3. Estabelecer regras básicas para trabalhar em conjunto
Muitas vezes esquecido, este passo incide não sobre o acordo, mas o processo pelo qual as partes trabalharão juntas para criar o acordo. Questões a serem discutidas incluem a divisão de responsabilidades para as tarefas de desenvolvimento, programação e questões de restrições e preocupações sobre possíveis impedimentos. Além disso, as partes podem se beneficiar muito discutindo seus estilos de comunicação e preferências. Ao identificar semelhanças e diferenças, elas estarão em uma posição excelente para minimizar conflitos.

4. Desenvolver o acordo
Este é apenas um passo no processo de criação de um SLA, não é todo o processo. Nesta etapa, as duas partes criam uma estrutura para o documento SLA e, em seguida, discutem, debatem, negociam e, ao longo do tempo, chegam a um acordo sobre o conteúdo do acordo. Ao fazer isso, elas podem solicitar assistência ou feedback dentro da sua própria organização. A duração desta etapa normalmente varia de várias semanas a vários meses, dependendo da experiência das partes com SLAs, sua familiaridade com os elementos-chave de um SLA, as demandas e responsabilidades do outro e o estado da relação entre as duas organizações.

5. Gerar comprometimento
O resultado da Etapa 4 é o rascunho de um acordo, não um acordo concluído. Antes de implementar um SLA, todos os membros de ambas as partes que têm uma participação ou responsabilidade, deveriam ter uma oportunidade de rever o projeto, levantar questões e oferecer sugestões. Usando esse retorno, as partes podem realizar novas negociações, o ganho das aprovações necessárias e finalizar o documento. Além de gerar comprometimento, este passo melhora a qualidade do documento final.




6. Complete tarefas de pré-implementação
Esta etapa envolve a identificação e realização de tarefas que devem preceder a implementação do SLA. Essas tarefas podem incluir, por exemplo, desenvolver mecanismos de monitoramento, estabelecendo processos de comunicação, desenvolvimento de procedimentos para prosseguir com as responsabilidades estipuladas, comunicando as expectativas para as pessoas e proporcionando uma formação pertinente.

7. Implementar e gerenciar o acordo
Um acordo que não é gerido após a aplicação morre. Responsabilidades de gerenciamento incluem fornecer um ponto de contato para os problemas relacionados com o contrato, manter contato permanente com a outra parte, realizar revisões de serviços, coordenar e implementar modificações no SLA, e avaliar e elaborar relatórios sobre a forma como as duas partes podem aumentar ainda mais sua relação de trabalho.

Para saber mais sobre nosso workshop envie e-mail para falecom@hdibrasil.com.br ou ligue (11) 3054-2005.


Receba as últimas novidades do mercado pelo twitter do HDI Brasil



Faça parte do grupo do maior instituto para suporte e serviços de TI do mundo!



quinta-feira, 25 de março de 2010

Que tal saber das últimas do ITIL com um dos próprios criadores do ITIL?

Em junho deste ano, Malcolm Fry, um dos autores dos livros de criação e evolução do ITIL, vem ao Brasil para trazer para você, profissional de Service Desk e Serviços de TI, as principais novidades sobre a aplicação do standard, incluindo a maximização dos resultados para o negócio levando em consideração a evolução tecnológica que estamos vivendo no mundo de hoje.

A sua oportunidade única de assistir à palestra e aos workshops ministrados por Malcolm Fry será durante a 3ª edição da Conferência & Expo HDI Brasil 2010, que será realizado nos dias 10 e 11 de junho, no Sheraton WTC Hotel em São Paulo.

“Estou muito feliz de ter nova oportunidade de estar com os profissionais brasileiros do mundo de Service Desk e serviços de TI, em mais um evento do HDI Brasil. Acredito que será muito produtivo esse tempo que estarei na conferência, pois desta vez terei ainda mais tempo, com a apresentação de uma palestra e dois workshops.”, afirma Malcolm.

Com 40 anos de experiência na área de TI, Malcolm Fry é o autor de 4 livros best-sellers na área de Serviços e Suporte de TI, além de ser reconhecido mundialmente como uma das maiores autoridades na área de Service Desk e Gerenciamento de Serviços.

“Não há dúvida de que Malcolm é uma dos maiores contribuidores mundiais da indústria de serviços e suporte de TI da história. É uma honra sermos responsáveis por trazer uma pessoa tão capacitada ao nosso país e atuarmos como o elo entre todo o seu conhecimento e os profissionais brasileiros da área. É uma oportunidade única para o mercado nacional”, ressalta Luiz Couto, CEO do HDI Brasil.

Entre outros assuntos, o especialista ministrará um workshop em que apresentará como os profissionais do setor de serviços de TI podem avaliar quais os componentes-chave do ITIL v3 são realmente importantes para o seu negócio, eliminando o mito de necessidade de adoção do standard como um todo.

Para saber mais sobre a palestra e workshops de Malcolm Fry, basta entrar no site www.hdibrasil.com.br/2010 e conferir a grade completa de atrações do maior evento de Service Desk e serviços de TI da América Latina. Para informações sobre descontos em grupo, ligue para (11) 3054-2005 ou envie e-mail para falecom@hdibrasil.com.br.


Siga o HDI Brasil no Twitter!

Faça parte do grupo do maior instituto para Service Desk do mundo!

terça-feira, 23 de março de 2010

Por que meus melhores profissionais estão me deixando?

(*)Maurey Wolk
Será que isto soa familiar? Um de seus melhores funcionários pede para falar com você em particular. Você não sabe o que está por vir exatamente, mas sente que isso não vai ser uma boa notícia. A conversa é estranha e termina com a renúncia de um de seus funcionários de alto escalão. A pessoa pode ter estado trabalhando, ou é um dos mais confiantes, bem informados e conscientes de sua equipe. De qualquer maneira, você odeia perder uma pessoa, e fica se perguntando se poderia ter evitado isso.

Benjamin Franklin disse 'um grama de prevenção equivale a um quilo de remediação.' Esta citação é particularmente acertada sob estas circunstâncias, pois esta situação é normalmente irremediável. Na maioria dos casos, é demasiado tarde para tentar reter o empregado. Ação preventiva, portanto, é essencial para ajudar a manter seus melhores funcionários.

Operações de serviços e suporte muitas vezes têm as maiores taxas de rotatividade dentro de uma organização. Enquanto isto por si só é uma preocupação significativa, a perda frequente de seu melhor pessoal pode afetar seriamente sua operação de Service Desk, assim como o negócio que ele suporta.

Neste artigo, vamos olhar para as principais razões pelas quais as pessoas deixam cargos de serviços e suporte e discutir medidas pró-ativas para reduzir o volume, incluindo:

• Como você pode facilmente aumentar a retenção de empregados, melhorando a satisfação no trabalho

• Porque seus melhores funcionários saem para melhores oportunidades e como prevenir isso

• Como você pode alavancar o recrutamento, contratação e práticas de recursos humanos eficazes para reduzir significativamente a rotatividade de funcionários.




Você sabe por que está perdendo sua equipe? A resposta muitas vezes é uma surpresa para a maioria dos gestores. Baixos níveis de satisfação no trabalho são freqüentemente citados como a principal razão. No serviço de suporte, onde a pressão é alta, estresse, esgotamento físico e mental e baixa satisfação no trabalho é igual a alta rotatividade de funcionários.

Retenção é sobre a valorização, reconhecimento, envolvimento, comunicação e trabalho em equipe.

Quando os empregados sentem que seu trabalho não é apreciado, o moral dos membros da equipe pode se deteriorar rapidamente. Isto pode levar à redução do desempenho e da produtividade e finalmente fazer com que alguns funcionários passem a procurar outro emprego. Manter os membros de sua equipe engajados e motivados é vital.

Reconhecer e recompensar o desempenho, mesmo para pequenas contribuições, é essencial. Se membros de sua equipe sentem que seu trabalho é valorizado, isso vai otimizar seu desempenho e longevidade.

Há muitas maneiras de mostrar a apreciação pelos membros de sua equipe. Gastar tempo para descobrir o que é importante para cada indivíduo pode resultar emdividendos enormes. Algumas vezes, tudo o que é necessário é um tapinha nas costas, ou talvez flexibilidade de expediente. Algumas pessoas valorizam a oportunidade de participar de um projeto especial ou aprender uma nova habilidade. Pode também ser tão simples como pedir a trabalhadores para darem suas opiniões sobre algo importante sobre a operação.

Mostre apreciação da forma mais adequada para cada membro da equipe e você vai melhorar a retenção de pessoal. Finalmente, não subestime a importância de bons canais de comunicação; se a sua equipe é informada e envolvida, o moral e a retenção melhorará.




Todos os funcionários precisam de um feedback positivo, no entanto, nós muitas vezes esquecemos que as nossas melhores pessoas precisam tanto quanto todos. Assim como recompensas e reconhecimentos devem ser adequadamente distribuídos com base em contribuições de cada funcionário, é essencial que você não tome o desempenho do seu melhor funcionário como base para concedê-lo. É fácil esquecer suas estrelas e assumir que eles estão felizes, porque eles contribuem em tão alto nível. Não cometa esse erro.

Outra forma fácil de melhorar a satisfação do trabalhador é facilitar a vida dos seus empregados.

Você quer saber como? Bem, por que não pergunta a eles? Talvez a sua equipe esteja sem instrumentos ou equipamentos, o que está tornando mais difícil para eles realizarem seu trabalho. Estão as suas políticas, processos e procedimentos de escalada devidamente documentados e receberam a adesão deles? Você tem acordos de nível operacional com os grupos que a sua equipe suporta? E nesse caso, eles estão sendo cumpridos?

Talvez haja algo mais que iria melhorar o funcionamento do ambiente para os membros de sua equipe. Pergunte a eles, você pode se surpreender com o que vai aprender. Uma vez que você saiba a resposta, intervenha sempre que possível e veja a retenção melhorar.

Embora a insatisfação com o trabalho acabe prejudicando os níveis de retenção de todos os funcionários, algumas pessoas simplesmente vão sair para buscar oportunidades superiores. Apesar de melhores postos de trabalho envolver maior compensação, crescimento na carreira e desenvolvimento profissional são muitas vezes a razão principal pela qual empregados procuram estas oportunidades.

A melhor maneira de mitigar o risco de perder um funcionário para uma melhor oportunidade é a de criar o potencial de crescimento dentro sua organização. Pergunte a si mesmo as seguintes perguntas: Você rotineiramente se reúne com sua equipe para discutir desenvolvimento individual de carreira? Você define as metas de desenvolvimento e recompensas para seus funcionários alcançá-las? Você cria planos de sucessão? Você promove seus funcionários internos sempre que possível? Você faz parceria com outros grupos em sua organização para buscar oportunidades de promoção para os membros da sua equipe?

Lembre-se que é muito melhor manter um grande empregado em sua organização, mesmo que ele não esteja mais em sua equipe, do que perdê-lo para outra empresa. Gerentes que fazem todas essas coisas de forma eficaz e coerente, desfrutam de altos níveis de retenção, especialmente para os seus melhores elementos. Se você tiver alta rotatividade de funcionários e você não está fazendo essas coisas, é hora de começar.

Uma das maneiras mais eficazes de evitar o alto turnover de trabalhadores é começar muito antes mesmo de contratar um empregado. Recrutamento eficaz, entrevistas, seleção e práticas do RH podem aumentar drasticamente os níveis de retenção.

Contratar a pessoa certa para qualquer trabalho específico irá aumentar a probabilidade de manter o trabalhador a longo prazo. Embora seja claramente importante garantir que os candidatos satisfaçam os requisitos técnicos para uma posição, é essencial considerar soft skills, personalidade e motivação da pessoa, por exemplo.

A fim de contratar trabalhadores com um olho na retenção de longo prazo, é imperativo ter um bem-pensado e documentado plano de recrutamento. A descrição do trabalho é apenas uma pequena peça.




Também é importante considerar a cultura da sua empresa e determinar que tipo de pessoa que vai sobressair em seu ambiente. Olhe para o seu empregado de melhor desempenho, e verifique quais características os fizeram um sucesso.

Lembre-se que, enquanto perspicácia técnica pode ser essencial em um Service Desk, você ainda está no serviço de apoio ao negócio. Isso significa encontrar pessoas que gostem de verdadeiramente ajudar outras pessoas. No longo prazo, a melhor pessoa para o suporte não pode ser o guru técnico, que aspira ser um administrador de rede ou desenvolvedor.

Se você tiver acesso a instrumentos de avaliação, use-os adequadamente e assegure que eles estejam bem alinhados com as exigências da sua posição. Sua entrevista deve ser bem pensada e você deve usar o mesmo processo e perguntas para cada candidato.

Lembre-se que o desempenho passado é o melhor indicador do futuro. Tire suas dúvidas de comportamentos durante a entrevista que é projetada para explorar a forma como o candidato se comportaria em uma situação real de trabalho.

Depois de ter identificado a pessoa certa, não se esqueça de como são importantes as primeiras semanas para o novo funcionário. Apresente-o e apoie-o em todos os sentidos possíveis. Sempre atribua um membro da equipe experiente para facilitar a integração do novo membro.

Pessoalmente gaste tempo com novos membros da equipe e verifique se eles estão aclimatando bem o novo colaborador. Uma sólida base construída durante as primeiras semanas e meses, irá fornecer um quadro estável de desenvolvimento a longo prazo e de retenção.

Reter bons funcionários requer recursos, planejamento e trabalho duro, assim com a substituição deles. Um plano consciente de retenção não só ajudará a manter seus melhores funcionários, mas também irá permitir que você ofereça um ambiente mais estável para toda a sua equipe e, finalmente, apoie o seu negócio de forma muito mais eficaz.

(*)Maurey Wolk desenvolveu nos últimos oito anos um programa de otimização de organizações de suporte ao cliente, para uma das principais instituições financeiras dos EUA. Maurey levou um extenso leque de projetos, incluindo métricas globais, iniciativas, consolidações de equipes de suporte, bem como o desenvolvimento contínuo de programas de melhoramento.

Além de uma ampla gama de credenciais técnicas, Maurey tem certificação em PMP-Project Manager e um HDI-certified Support Center Manager.

O Parque dos Dinossauros e o Service Desk

(*)Chris Dancy

Como é que nós fomos do Help Desk baseado em DOS até a geração do Twitter? O que podemos fazer para explorar e utilizar mídias sociais no Service Desk? O que pode podemos fazer para nos preparar para a revolução das mídias sociais? Estas são apenas algumas das perguntas que este artigo irá abordar. Mas para entender o nosso futuro, precisamos primeiro olhar para o nosso passado...

No início, conversamos uns com os outros. Usuários com os chamados "terminais burros" vinham diretamente até o Help Desk para pedir ajuda. As diferentes vertentes de TI se misturavam umas com as outras livremente. Os data centers eram um lugar barulhento e muito quente. Papéis de carbono rosa indicavam os incidentes e as lojas de artigos de escritório enviavam um catálogo de 10 Kg ao nosso escritório. A noção de "TI e negócio" era algo a ser conhecido.


A era das ferramentas
No início de 1990, os sistemas de chamados estavam saindo do período DOS e conhecendo a liberdade do mouse. A era das funcionalidades de ferramentas lançaram titãs da indústria, como FrontRange, Help Star e Blue Ocean. Duas coisas muito distintas foram lançadas no mercado: máquina de TI como negócio e TI como uma profissão.

TI como uma profissão, por sua grandeza, foi realmente o primeiro avanço. Assim que as máquinas e os softwares foram apresentados aos profissionais de TI, sabíamos que não haveria mais volta. O data center foi protegido e as pessoas lá empregadas eram diferentes e praticamente inacessíveis.

TI como máquina de negócio suportou essa mudança. Empresas foram criadas apenas para vender software, hardware e consultorias para ajudar as empresas a fornecer suporte. Durante esse período, vimos também o surgimento das primeiras comunidades de profissionais de suporte, como o HDI, itSMF e outras mais regionais.

Ao mesmo tempo, softwares de Help Desk redefiniram a maneira como as organizações davam suporte aos seus clientes. Para ajudar a limitar o número de chamados recebidos como criar novas tabelas e campos, a FrontRange decidiu criar um GUI (interface gráfica para o usuário), permitindo a administração de seu sistema, chamado HEAT, através do front-end. Esta nova interface mudou do dia para a noite o modo de operar do usuário, tornando-o mais auto-suficiente, não mais obrigando-os a permanecer reféns de programadores e consultores para fazer atualizações em sistemas até então complexos. Isso não só transformou a FrontRange como também o mercado como um todo.





A era dos processos

Nesta nova era, as ferramentas não foram esquecidas, mas tomaram um papel coadjuvante. A primeira década do ano 2000 chegou e se foi, e os Centros de Suporte continuaram a evoluir. As promessas da Era das Ferramentas se provaram vazias, e a TI continuou a procurar as chaves para o alinhamento com negócio. Este período testemunhou a ascensão do Gartner, Forrester e Butler, para quem direcionar a opinião pública foi tão fácil como a criação de um comunicado de imprensa.

Na América do Norte, a promessa do ITIL trouxe um ataque de fornecedores de software de ITSM. Finalmente todos tinham uma cartilha de regras comuns e processos. O ITIL deu às empresas uma maneira de processar e produzir resultados para o departamento de suporte de TI. Contingentes de nossos profissionais foram treinados e certificados no novo esperanto da TI.

Ferramentas de suporte mudaram tão dramaticamente neste período que separar apenas um fornecedor de Help Desk de outro tornou-se impossível. Nossos departamentos continuaram a crescer em número de profissionais, mas lentamente, se tornaram ainda mais separados de nossos consumidores e, pior ainda, nós começamos um processo de divisão interna maior.

Se a comunicação eficaz com os consumidores de nosso suporte e com o negócio já não estava com problemas o suficiente, houve o surgimento da força de trabalho móvel. Agora usuários sem nomes e rostos estavam conectados com engenheiros também sem nomes e rostos, por telefone, que foi, ironicamente uma tentativa de tornar o caminho de se chegar à pessoa correta de TI de forma mais fácil.

Ao final da Era dos Processos, TI estava lutando com a insuficiência de ferramentas, as promessas vazias dos frameworks e a maior divisão da história entre a TI e seus clientes.


A Era das Pessoas
A natureza tem uma maneira de equilibrar e ajustar as forças que formam o nosso ambiente. Na sua infinita sabedoria, a Natureza e as máquinas perceberam que tínhamos parado de falar uns com os outros.

Gerenciamento de Projetos, computação em nuvem e os dispositivos móveis roubaram a dependência antiga da humanidade por suporte. O aumento das pessoas virtuais nasceu da necessidade de nos ajudar a reconectar com os nossos clientes, nossas famílias, nossos amigos do colégio e os nossos colegas e colaboradores. Este sistema de pessoas virtuais se tornou tão poderoso e de forma tão rápida, que muitas pessoas, governos e organizações temiam perder suas identidades.

Quem somos nós sem as camadas de separação entre "nós e eles"?




O Retorno do Tiranossauro Rex
Hoje, as comunidades sociais estão crescendo mais rápido do que podemos nos adaptar ou compreender. Algumas organizações estão tentando alavancar essas ferramentas novas e estas organizações irão falhar. Você não pode replicá-las ou explorá-las. Todavia, mídias sociais são uma evolução natural do suporte de TI. Depois de décadas de separação, estamos alcançando nossos pares e clientes por novos caminhos. Olhando para o futuro do suporte, softwares, processos e políticas irão se dissolver, evaporar na nuvem. A TI em 2020 será sobre intermediar relacionamentos.

Mas como podemos lidar com o mundo novo do suporte e das mídias sociais?


A Era do Suporte Social: Hoje Mídias Sociais
Da idade da pedra até a onda do Google, a sociedade humana sempre prosperou na informação, por vezes, censurando-as e, por vezes, expondo-as. No século XXI, as pessoas se conectam à web para obter mais do que apenas o e-mail e surfar, pois eles estão conectando para fins sociais e de informação. A evolução foi radical, para dizer o mínimo.

Nós estamos sofrendo e este período revelou uma sobrecarga de informação. O website e a caixa de entrada estão morrendo, e a mudança para uma comunicação pró-ativa e o uso de novas mídias está tomando conta. E elas vão cada vez crescer mais.

Novas gerações de trabalhadores esperam estar conectados. Eles acessam seus dispositivos móveis durante o expediente. Eles falam sobre seu trabalho em casa, com milhões de pessoas ao mesmo tempo em blogs, wikis, twitter e mensagens instantâneas. Gigantes como Google e Microsoft têm integrado mídias sociais em tempo real em suas ferramentas de busca. Os clientes vão querer saber por que sua empresa não está lá, por isso, certifique-se que ela esteja lá!

Considere estas perguntas: O que sua organização pode fazer? O que as outras corporações estão fazendo? Como sua empresa pode obter o máximo das mídias sociais?

Qualidade não é apenas fazer as coisas direito, é também sobre fazer as coisas certas. As organizações de suporte passaram pela Era das Ferramentas, onde ter um lugar para fazer solicitações era o máximo. Em seguida, elas sobreviveram à Era dos Processos, quando ter uma ferramenta era só o começo. Posteriormente o alinhamento com o negócio reinou supremo. Bilhões de dólares foram gastos e ainda estamos procurando maneiras de medir a experiência do cliente.

As primeiras décadas do século XXI serão lembradas como da Era do Suporte Social. Nesta nova era, vamos finalmente envolver os nossos clientes. Nós podemos escolher por ignorar as aclamações das massas por nossa atenção nos sites de redes sociais ou podemos escolher fazer parte da conversa.

É apenas uma questão de tempo antes que as organizações de suporte comecem a utilizar mídias sociais para trabalhar com os seus clientes nos locais de escolha de seus clientes. Infelizmente, o Service Desk tornou-se um lugar onde as políticas, processos e procedimentos são estáticos e a experiência do cliente é muitas vezes a última coisa em sua mente. Usando ferramentas de mídias sociais, você pode preencher essa lacuna.

Idealmente, antes de abraçar a mídia social, você deve criar os chamados focus groups para avaliar a satisfação do cliente com a experiência com o Service Desk. Esta informação pode ser usada como base para avaliar o sucesso para o trabalho com mídias sociais.




Exemplos de início do trabalho com mídias sociais
Blogs
Crie um blog para os clientes e técnicos de Service Desk. Incentive-os a escrever no blog sobre experiências e desafios do dia a dia. Compartilhe o blog com a organização. Anuncie seu blog sobre Service Desk em e-mails e considere a distribuição de panfletos com informações sobre o blog.

Flickr
Crie uma conta no Flickr e poste fotos dos membros da equipe de Service Desk. Publique fotos da área de Service Desk e de seu eventos. Faça o Service Desk parecer mais do que apenas um lugar onde os pedidos são negados e as políticas são impostas.

Delicious
Crie uma lista de links da web que são usados comumente entre diferentes áreas da empresa, como referência de informações, onde haja perguntas comuns e outros sites de ajuda. Delicious dá a oportunidade ao Service Desk de compartilhar web sites interessantes e acrescenta outros fatores humanos para a equação de suporte.


Exemplos de um segundo passo no trabalho com mídias sociais
Crowd Sourcing
Considere começar um concurso mensal de sugestões para ajudar o Service Desk a melhorar a experiência do cliente. Use e-mails anônimos para postar votações na web ou pesquisas por telefone. As opiniões chegarão rapidamente assim que as pessoas souberem que o Service Desk está sorteando almoços e bilhetes de cinema.

YouTube / Vimeo
Considere a criação de um canal YouTube, onde você publica atualizações ou informações gerais sobre o Service Desk. Tente postar vídeos curtos com informações sobre chamados e atualizações. Você pode fazê-lo com privacidade no YouTube. Dar um rosto a um problema muitas vezes gera um ganho para ambas as partes.


LinkedIn
Incentive seus funcionários a criar perfis e participar do LinkedIn e Grupos do LinkedIn. Crie um grupo apenas para o Service Desk ou clientes do Service Desk. Isto promove networking e crescimento para além de sua organização.

Terceiro passo no trabalho com mídias sociais
Twitter / Yammer
Crie um Twitter ou contas Yammer. Poste eventos, avisos e atualizações relacionadas Service Desk.

Facebook
Ter uma página Fan no Facebook sobre seu Service Desk pode fazer incríveis coisas pela experiência do cliente. Páginas Fan podem receber atualizações para seus clientes, compartilhar eventos, fotos e vídeos.

A maioria deles vai ter alguma experiência com o Facebook. Portanto, este é um ótimo lugar para conhecê-los.

Passos avançados
Considere usar podcasts e vídeos ao vivo, como justin.tv ou ustream.tv, para compartilhar transmissões mensais/ trimestrais do Service Desk, introduzindo novos membros da equipe e divulgando promoções.

Ning é também um ótimo lugar para colaborar e criar uma experiência social para o seu Service Desk. Considere-o um Facebook privado, apenas para a sua equipe ou de seus funcionários e clientes!

Após a criação
Recursos Internos
Nomeie um responsável pelos meios de comunicação social ou um engenheiro com experiência em relação aos clientes. O funcionário irá desfrutar este trabalho e o cliente irá se beneficiar de ter um único ponto de contato.


Métricas
Usando focus groups, antes, durante e depois da exposição às mídias sociais irá ajudá-lo a avaliar o seu progresso. Estes grupos devem ser compostos de pessoas que chamam o Service Desk muitas vezes e, mais importante, pessoas que nunca abrem chamados.

Monitoração
Mesmo que seu Service Desk não tenha uma estratégia de mídias sociais, você deveria separar um tempo para acompanhar o fluxo social de sua organização. Faça buscas semanais sobre o nome de sua organização em sites sociais para ver o que os clientes estão falando.

Um novo amanhecer
Mesmo que a sua organização decida ignorar a revolução dos meios de comunicação sociais, a criação de uma política de comunicação social é obrigatória. Como departamentos de recursos humanos lutam para encontrar o equilíbrio entre liberdade de expressão e os direitos dos trabalhadores, é ela que tem a responsabilidade para a criação de um quadro para estas novas comunicações

Conclusão
A melhor maneira de garantir o seu futuro é inventá-lo. Como serviço e centros de suporte, precisamos olhar para frente, para atender os nossos consumidores. Enquanto as empresas enfrentam obstáculos com mídias sociais, nós, como as equipes de TI, temos uma oportunidade única para mostrar ao negócio como ele deve se envolver com seus consumidores nesta nova era. O que temos diante de nós é a oportunidade que, por décadas, se esquivou de TI: alinhamento com o negócio. Ao manter um diálogo com os usuários que nós suportamos, outras organizações podem aprender com o nosso exemplo. Bastou trinta anos e 140 caracteres.


(*)Chris Dancy é o fundador da ITSM ServiceSphere, uma organização dedicada à promoção da informação e transparência aos consumidores e fornecedores na indústria de IT Service Management. Chris tem mais de vinte anos de experiência em TI e tem sido o responsável pela pré-venda de consultorias em ITIL, suporte às práticas de ITSM e palestras.

Ele começou sua carreira como gerente de Service Desk com a WebMD, mais tarde, se juntou à FrontRange como consultor de soluções, onde instalou soluções para mais de 150 clientes na América do Norte e Europa. Desde que deixou a FrontRange, Chris tem trabalhado para a NetworkD, onde foi um dos melhores consultores do mundo em HEAT.

Elogios podem ser a melhor arma motivacional de um gestor

A economia pode estar dando sinais de vida, mas isso não significa que os gestores e os empregadores vão começar a distribuir bônus a seus funcionários. Longe disso...Em vez disso, eles estão se utilizando de uma arma clássica para motivar os seus trabalhadores sobrecarregados: o elogio.

"Ele é provavelmente a arma mais poderosa para aumento de desempenho conhecida pela humanidade", diz Bob Nelson, um consultor de trabalho que já assessorou grandes empresas ao redor do globo. "Quer se trate de um funcionário ou cônjuge, você recebe mais do que o esperado quando o elogia."

Como uma ferramenta motivacional, é claro, o elogio tem existido por muito tempo, muito antes dos auto-denominados peritos começarem a ensinar-nos como praticá-lo. Mas o elogio como técnica de motivação só entrou em voga com os filhos mimados dos chamados Baby Boomers norte-americanos – pessoas nascidas nas décadas de 50 e 60.

Então a economia explodiu, deixando espaços vazios, reduzindo os salários, folgas forçadas e um monte de trabalhadores precários. Hoje, não se trata apenas da Geração Y, que precisa de reforço emocional. Todos precisam. Todos os funcionários e seus gerentes estão mais estressados do que nunca, trabalhando mais com menos recursos. E muitos gestores pensam erradamente que eles estão muito ocupados para elogiar.

"A única vez que você ouve seu chefe é quando cometeu um erro", diz Nelson, "e patrões acham que não têm que fazer isso porque você está com sorte de ter um emprego. As pessoas precisam de mais, mas tendem a receber menos."



Faça do seu elogio algo tangível
Elogiar não é uma tarefa tão simples como se poderia pensar, e as abordagens variam. Uma estratégia, diz Nelson, é fazer o elogio visível. Visite os escritórios do BankBoston, por exemplo, e você verá estrelas bordadas de ouro por todo o lugar, recompensas decorativas dos gestores aos bons trabalhadores. "Você anda pelos corredores da empresa e vê as pessoas com essas estrelas em seus ternos ou anexados aos seus crachás", diz Nelson.

Em outra parte, as empresas estão tentando adicionar um pouco de leveza, talvez como uma maneira de diminuir o risco de que o elogio forçado nos maus momentos possa parecer hipócrita, até mesmo piegas. Nelson recomenda troféus ou plaquetas para serem colocadas nas mesas dos funcionários.

Outras empresas lançam prêmios para agradecer os profissionais nestes tempos terríveis. No parque temático da Universal, em Orlando na Flórida, que no ano passado perdeu empregos devido à crise, os gestores dão aos seus companheiros, cartões que dizem coisas, como Alguém Aprecia Você e os trocam por ingressos de cinema, jantares e outros presentes. "Você cuida dos seus empregados e eles vão cuidar de seus clientes,” afirma Rhonda Rhodes, vice-presidente de recursos humanos da Universal.

Mesmo o Bank of America, com mais de 200.000 funcionários, tem ações relacionadas a elogios. Parte do seu programa motivacional de recompensas premia trabalhadores com pontos de reconhecimento que podem ser trocados por brindes. A ideia, diz a porta-voz do BofA, Kelly Sapp, é "manter colaboradores engajados e, finalmente, alcançar resultados de negócios."






Mude a maneira de falar

Talvez o elogio mais efetivo não venha com um cupom, mas sim da interação humana. E isso muitas vezes é o mais difícil, especialmente para os gestores para quem os elogios não são uma atitude natural. Jerry Libras, que prestou consultoria ao Wal-Mart e à Ford e escreve para um blog chamado Influência Positiva, aconselha os gestores a elogiar o intelecto e a habilidade de resolver problemas de seus funcionários em discussões diárias.

Nelson, que escreveu o livro "Mantendo-se em uma economia", aconselha os gestores a criar uma nova mentalidade. Quando o pensamento sobre alguém ter feito um bom trabalho atravessar sua mente, tome uma atitude sobre ela. Pegue o telefone, escreva uma nota, ou envie um e-mail. Melhor ainda, diz Nelson, encontre a pessoa não importa o que ela esteja fazendo.

"Você alguma vez interrompeu alguém em uma reunião para lhes dar uma boa notícia?", Diz Nelson. "É excepcional. Você diz, 'Ei, eu sei que você está no meio de algo, mas eu tenho que te dizer isso. Nós atingimos os números do trimestre passado e não conseguiríamos de maneira nenhuma chegar lá sem você e sua equipe’.

As palavras que você escolhe são essenciais. Mark Holmes, um empregado, consultor de retenção e autor de "O Guardião de Pessoas: Como os gerentes podem atrair, motivar e reter os melhores funcionários", aconselha seus clientes corporativos a encontrar atributos específicos que mostram que você, o chefe, realmente está prestando atenção.

"Você pode simplesmente dizer, 'eu quero agradecê-lo por ser alguém que não tem medo de me dizer o que pensa", diz Holmes." Ou você diz: “A coisa que eu aprecio em você João, é que você é consciente.” Ou “Susana, você é uma excelente gestora de nossos colaboradores mais jovens.” Ou “Eu admiro a sua contribuição. Eu admiro o jeito que você fala nas reuniões.” “Tudo isso significa o mundo para um empregado."

Curiosamente, os melhores trabalhadores são muitas vezes aqueles que são esquecidos pelos “doadores” de elogios - como as boas crianças em uma família, que são vistos como capazes e que se auto-dirigem, não precisando de auxílios ou elogios. No entanto, esses são os funcionários que os patrões precisam tecer elogios nos maus momentos. "Não é incomum para um funcionário de alto desempenho deixar as empresas por causa de uma falta de feedback", diz Holmes.




Como transformar elogios em dinheiro
Quem duvida que o elogio apropriado pode gerar lucros, deveria ouvir o que aconteceu na empresa Tetra Technologies, baseada em Houston, Texas, EUA. Uma empresa prestadora de serviços na indústria de petróleo e gás. Steve Hardwick, o vice-presidente global de desenvolvimento de negócios, trouxe Holmes em 2008, após uma dúzia de grandes clientes da Tetra terem deixado de comprar. Holmes trabalhou com as equipes de vendas e marketing na construção de trabalho em equipe para recapturar os negócios perdidos. Uma grande parte do que Holmes fez, foi garantir que metas específicas fossem estabelecidas.

"Ele fez um grande negócio ao dizer, após o lançamento de um novo produto , "Olha o que o João conseguiu até aqui", disse Hardwick. "Ou ele dizia, 'O Bruno conseguiu! Olha o que ele disse a seus clientes."

A Tetra acabou trazendo todas as contas perdidas de volta. Também recentemente, ampliou seu contrato com a Shell, um de seus maiores clientes, por um período adicional de três anos. Dois de seus principais profissionais foram reconhecidos pelo esforço. "Eu levei tempo para ter um jantar com esses dois rapazes, para dizer-lhes o quanto eu os aprecio”, disse Hardwick. E enquanto Hardwick disse que a empresa faz o seu melhor para compensar o alto desempenho, ele diz que o elogio é muitas vezes igual a dinheiro.

"O dinheiro é inerte", diz ele. "Alguns milhares de reais neste ano, e outros no ano que vem não serão a razão de você sair de um emprego. O importante é como você se sente sobre o seu papel na organização, contribuindo, como parte da equipe."

Apesar de toda essa verdade, não nos importaríamos de alguns milhares extras junto com os elogios.


Faça parte do Grupo do maior instituto para Service Desk do mundo!




Siga o HDI no linkedin e receba novidades diariamente!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Como melhorar a integração de processos entre sua empresa e o provedor de serviço

Por James Thompsom
Fornecedores estão à procura de melhores formas de agradar seus clientes e os clientes estão olhando para garantir que estão recebendo o melhor que podem de seus fornecedores de produtos e serviços. Este artigo aborda elementos da estruturação do acordo entre as duas partes, resultando em maior probabilidade de resultar em um projeto bem-sucedido.

Ele aborda uma série de fatores, tais como a necessidade de estabelecer uma forte equipe de liderança e a importância de criar e seguir terminologia e metodologias em comum. Uma lista mais completa dos elementos essenciais incluem:
  • Comissão responsável
  • Metodologia
  • Orçamento e financiamento
  • Acordo confidencial para falar abertamente
Esse tipo de abordagem encoraja ambos os lados a se comprometerem com o projeto de melhoria de processos, assim como com criar uma perspectiva de responsabilidade compartilhada até o sucesso.






Inicie com uma forte liderança
Estabelecendo uma forte equipe de liderança ou comitê de direção com os membros de ambas as organizações é um primeiro passo essêncial. Esta comissão deve ser composta de participantes em níveis iguais de responsabilidade. Por exemplo, a comissão pode incluir alguém no nível de vice-presidente de uma disciplina científica, tanto do cliente, como do fornecedor.

Para iniciar o processo, o comitê gestor precisa estabelecer regras de engajamento, como a comunicação será feita e a frequência com que as equipes vão se encontrar. Organizar a equipe desde o início facilita as discussões sobre como os projetos de melhoria de processos devem ser iniciados, como os atuais projetos devem prosseguir e como os problemas devem ser tratados.

Conforme o projeto de melhoria de processos se desenrola, o comitê pode oferecer conselhos para ambas as equipes sobre a forma de quebrar barreiras e identificar os compromissos dos recursos. Uma reunião trimestral face-a-face do comitê de direção é um meio ideal para fornecer atualizações sobre o andamento dos projetos e permitir que os membros da comissão abram suas preocupações.

A periodicidade das reuniões e a capacidade de se encontrarem pessoalmente depende da natureza e duração do projeto. Uma conference call mensal pode substituir comunicação pessoal quando se trata de um projeto de melhoria de processos com ciclos curtos.

O comitê de direção também deve reconhecer a importância vital da confidencialidade do cliente, como parte de uma partilha de informação bem sucedida durante projetos comuns. Com estes elementos estipulados no acordo de serviço, ambas as partes são capazes de trabalhar juntas de forma aberta e honesta e não uns contra os outros, de forma competitiva. É importante compartilhar informações, algumas delas confidenciais, para alcançar objetivos comuns.





Desenvolva metodologia e linguagem comuns para os projetos de melhoria de processos
Uma vez que o comitê de direção é constituído, estabelecer metodologia e linguagem comuns é o próximo elemento crítico. Six Sigma e Lean Six Sigma são exemplos de metodologias que podem ser colocados em prática em ambas as organizações. As ferramentas e técnicas destas metodologias permitem a Black Belts falar a mesma língua e concordar com a terminologia a ser utilizada durante todo o projeto.

Definir termos operacionais comuns desde o início, melhora a comunicação e contorna potenciais mal-entendidos. É comum que empresas tenham termos diferentes para o mesmo item. Às vezes, quando as empresas têm diferentes definições para os mesmos termos, pode-se utilizar regulamentos ou padrões públicos de mercado, como a Sarbanes-Oxley (SOX) para questões relacionadas à matéria financeira, por exemplo.

No processo de definição das terminologias e metodologias que serão utilizadas durante todo o projeto, é importante reconhecer que uma organização pode ser mais experiente do que a outra nos tipos de métodos de melhoria de processos necessários para o projeto. Se for esse o caso, essa diferença deve ser reconhecida e deve ser dada uma atenção especial à opinião expressa pelo parceiro mais experiente. Por outro lado, à outra parte deve ser fornecido treinamento nas diversas metodologias de melhoria de processo, para que possa realmente funcionar como parceiros.






Fatores adicionais a serem considerados para o sucesso dos Projetos de Melhoria de Processos
É importante procurar o engajamento de ambas as equipes. Isto significa dar voz para ambas as partes sobre o projeto de melhoria de processos e reconhecer a valiosa experiência de cada membro.

Isto é particularmente importante quando uma empresa tenta compreender as ações que podem ter sido tomadas pelo outro. Por exemplo, uma das partes pode ter sofrido uma recente reorganização e o parceiro pode não entender o novo fluxo de trabalho, pressionando para que a primeira parte volte à estrutura original.

Ao respeitar a decisão de mudança da primeira parte, em vez de pressionar para uma mudança neste momento, a segunda parte pode procurar harmonizar-se com a primeira através de esforços para trabalhar para um objetivo comum.

Com o projeto de melhoria de processos ganhando forma, cada organização provavelmente perceberá diferentes benefícios da experiência. Se um fornecedor se tornou mais eficiente e produtivo devido à entrada do cliente, o fornecedor pode ser capaz de oferecer preços mais baixos ou a entrega mais rápida a este cliente, bem como os outros. Quando um fornecedor ajuda um cliente a melhorar seu processo, é razoável esperar que o cliente dará menos trabalho ao fornecedor, especialmente se o fornecedor ajuda o cliente a levar os produtos ao mercado mais rapidamente e por um custo mais razoável. Identificar situações ganha-ganha mantém a equipe energizada e a gestão extremamente favorável à iniciativa.

Em um exemplo real, um fornecedor gastou cerca de dois dias para preparar uma síntese bem elaborada, enquanto o cliente estaria disposto a aceitar os dados brutos no formato existente. Esta é uma situação ganha-ganha, já que o fornecedor economiza tempo e esforço e que o cliente toma decisões mais rápidas baseado na fonte de dados original.

Há várias considerações importantes no planejamento de Projetos de Melhoria de Processos em conjunto, de clientes com fornecedores. O comitê de direção prevê a responsabilidade de gestão, tal como definido no acordo de serviço, encoraja a comunicação através do uso de terminologias e metodologias comuns e quebra as barreiras para o sucesso. Uma situação ganha-ganha pode ser definida quando ambas as empresas gozam benefícios significativos a partir do projetos de melhoria de processos.



Tenha novidades fresqunhas do HDI Brasil no Twitter!




Faça parte do grupo de profissionais ligados ao maior instituto para Service Desk e suporte do mundo!